Have you ever fed a lover with just your (fucking) hands?
Closed your eyes and trusted… just trusted?
Have you ever thrown a fist full of glitter in the air?
Have you ever looked fear in the face and said “I just don’t care.”?
It’s only half past the point of no return.
The tip of the iceberg, the sun before the burn.
The thunder before the lightning, the breath before the phrase.
Have you ever felt this way?
Have you ever hated yourself for staring at the phone?
Your whole life waiting on the ring to prove you’re not alone.
Have you ever been touched so (fucking) gently you had to cry?
Have you ever invited a stranger to come inside?
It’s only half past the point of oblivion.
The hourglass on the table, the walk before the run.
The breath before the kiss and the fear before the flames.
Have YOU ever felt this way?
There you are: sitting in the garden.
Clutching my coffee… Calling me sugar…
You called me sugar…!
Have you ever wished for an endless night?
Lassoed the moon and the stars and pulled that rope tight?
Have you ever held your breath and asked yourself:
“Will it ever get better than tonight?”
Hoje eu choro de saudade.
Como não sentir falta do tempo em que eu mais fui amada na vida? Talvez a única vez, de fato…
Eu me senti única e completa. Por algum tempo eu me senti a maior e melhor pessoa do mundo. Como se NADA pudesse me alcançar, só por ter você do meu lado, me amando como amava.
Você fez eu me sentir tão especial quanto possível. Só por querer minha companhia. Simples assim.
Como não se deixar levar por isso? Um mar de amor. Um mar de braços. UM MAR DE OLHOS. Como não amar e se entregar completamente a essa doçura que só eu senti? Aos abraços que só eu recebi, aos “eu te amo” que só eu ouvi…
Eu me entreguei. Quis mergulhar nesse mar de olhos castanhos e me perder no sentir.
Quis ser completa. Completamente sua.
Agora o que me aflige é que eu já não sei mais ser outra. Não sei dar menos valor ao que construímos. Ainda não sei “amornar” meu coração.
Continuo te querendo como no primeiro mês.
Continuo tendo vontade de fazer tudo e qualquer coisa… só pra poder sentar no sofá ao seu lado. E não precisar falar nada. Só te olhar. Só te ver sorrir.
Será que mais alguém no mundo é assim? Ou será que o certo é querer mudar?
Por que tenho que ser tão intensa? Principalmente com o amor… algo que pros outros não exige intensidade alguma.
Será que sei o que de fato é amor? Ou será que os outros é que não sabem?
Não sei ser meio termo no amor. Ou amo completamente ou não amo. ‘AMAR sempre foi algo imenso, imensurável… e eu gostava de tentar expor, expelir, explodir de amor.
Então… o certo é… amornar o amor?
Não dá pra me “acostumar” com seus olhos.
Não dá pra me “acostumar” com seu sorriso.
Não dá pra me “acostumar” com o cheiro do seu pescoço quando te abraço.
Eu vou sempre ser babaca a ponto de querer chorar. E me emocionar…
Principalmente quando lembro do quanto meu coração acelerava quando a campainha tocava e era você à porta.
Ainda não sei abrandar esse amor que grita no peito. Alguém tem um guia prático a disposição?
O certo é me acostumar com o “morno”?
O quão normal pode ser
Querer o bem de um ser
A ponto de ser um ser que não quer(?)
Até que ponto pode ser
Normal querer dizer
Que viver ou morrer
Só faz sentido com você(?)
Vem dizer o sentido de tentar
Vem personificar
O sentir
O sentido
E quando o tempo começar a terminar
Inverte a ampulheta
Se a distância não se mede
O medo nela se perde
A alegria não se mede
A sede não se mede
E tudo há de terminar em sorrisos.
Fantástica a necessidade de compreensão.
Outro dia era eu no espelho me decodificando…
Rancor ou falta dele? Decifra-me ou devoro-te. Sou minha própria esfinge.
Coro diante do meu desconhecido
Afinal, quem sou eu? O que sinto?
FORÇA!
Vivo vendo isso.
quem muito apanha da vida, costuma no fim, ter orgulho das cicatrizes.
Cada um exibe seus troféus como acha que deve.
Meu maior orgulho é não me orgulhar. São meus.
Guardo meus troféus só pra mim.