O que é que os olhos não dizem Se gritam mais alto que qualquer grito de dor…? Aquilo que a boca não disse, o corpo não disse, não disse o pudor… nem eu disse… O espanto que a sua beleza me causou.
Se olho pra você e vejo flor, me faz desabrochar no seu destino Algo de bom tem de haver no desatino Do feitiço que é esse tal de amor.
No Dimensões, começou no dia 29 de setembro, pode conferir. Mas talvez tenha sido 13 dias depois.
Ou talvez tenha sido na cachoeira, na praça, na música. Talvez tenha sido nas coisas que você nem sabe. Talvez tenha sido nos dias em que passei pensando “como?”
Talvez tenha sido o tom do azul. Ou… quem sabe… o ‘ne me quitte pas’. (…) Talvez não.
Quem sabe nos bolos? Nos bombons não entregues, nos ‘não’.
Talvez no parque? No carinho? Na insônia? Só sei que faz mais de um mês.
Faz um pouco mais de tempo… E nesse tempo, morena… A gratidão só vem crescendo.
Fusão, latitudes que se confundem, desabrochar, brisa, mel, cachoeira, ebulição, vaporização, condensação, farfalhar de folhas, água, o cheiro das flores, explosões solares, colisão de galáxias, vaga-lumes, fogo, estrelas, lua cheia, céu, sol, nascer, luz, música, montanhas, nuvens, orvalho, a porra de uma tempestade.
Eu, você,
morrer.
…procurei um jeito de falar de sexo sem ser vulgar.